
PRÓXIMOS ACONTECIMENTOS DO MÊS DO BRASIL
Conversa “BD Brasileira em Portugal”com João Miguel Lameiras, Paulo Monteiro e Sara Figueiredo Costa
Parceiro Dr. Kartoon Coimbra Bedeteca de Beja e Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja Beja
... com chá e bolinhos...
SÁBADO - SATURDAY - 29 Agosto - 22H
Poerformance “TransVERSatlântico: presos por um cordel em linguaviagem ao Brasil”
Parceiro Aranhiças e Elefantes Coimbra
Patente:
- Exposição "Identidade Nacional"
- Exposição de BD de Fernando Gonsales
Vídeo - projecção “Visual Drops”, Laborg
Livros e revistas
Revista ZUPI - Abasteça de Ideias
Revista VOXEL
Mostra de Literatura brasileira pelas editoras conimbricenses Angelus Novus e Alma Azul
A ACONTECER nos próximos dias 21 e 22 de Agosto
SEXTA FEIRA - FRIDAY - 21 - 21:30H
“Violência Armada em Contexto de Paz”, com Tatiana Moura
documentário “Luto como Mãe”
conversa + debate
Parceiro Ces – Observatório Género e Violência Armada Coimbra
SÁBADO - SATURDAY - 22 - 22:00H
Documentário “Oscar Niemeyer – A Vida é um Sopro” de Fabiano Maciel
Duração 90min
Parceiro Embaixada do Brasil em Portugal Lisboa
Videolab BRASIL - curtas metragens brasileiras
Uma praia subtropical, tarde da noite de um domingo de verão. Um surfista que não quer voltar para casa.
Veludo & cacos-de-Vidros de Marco Martins Ficção 17’

Ascensão e queda de uma história de amor.
Uma homenagem a Rogério Sganzerla e aos cineastas malditos; um olhar contemporâneo sobre os filmes brasileiros das décadas de 60 e 70, produzidos durante a ditadura militar, marcados pela ousadia e pela atitude vanguarda, sem limites; uma história de amor underground entre um casal fora dos padrões.
Veludo e Cacos-deVidro foi alvo de polémica em 2005 quando da sua censura na TVE do Rio de Janeiro. Seleccionado para o programa Curta Brasil o filme teve sua exibição cancelada por ordem da direcção da emissora, que alegava "cenas impróprias" para o horário das 22 horas, e só foi exibido depois dos protestos inflamados da classe cinematográfica.
Prémios: Prémio Quanta - Melhor Vídeo no FAM - Florianópolis Audiovisual Mercosul 2004; Contribuição Técnica e Estética no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2004; Melhor Vídeo pelo Júri Popular no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2004; Melhor Figurino no Festival do Filme Fashion 2004.
The Play de André Scucato Animação 3’
Parte de um Reality Show de teatro contemporâneo, The Play ilustra a desfragmentação urbana tecnológica e deturpa a noção de espaço-tempo, utilizando como referência teórica de Mustemberg sobre a percepção Retiniana. Um jogo Joyciano com diversos tons e andamentos na estrutura imagética do vídeo. O espectador passa a construir a obra, e o seu tempo de duração. Baseado no caos infinito urbano contemporâneo.
Prémios: Melhor vídeo design da 6º mostra de imagem em movimento – UFMG (2004) – Belo Horizonte, Brasil; Segundo melhor vídeo experimental no XII Festival de Vídeo de Teresina, – Festvídeo (2004).
O Cego de Beatriz Goulart Documentário 12’

O Cego que atira. O cego que filma. Ambos gracejam da nossa cegueira. O filme é sobre uma quadrilha de ladrões e o cenário é Belo Horizonte dos anos 70. Perseguir a posse, fazer fortuna para se apropriar do destino. Metáfora actual desses nossos tristes tempos. Mas não se enganem –o director enxerga alem das câmaras e principalmente a si mesmo. Como Tirésias – o vidente.
Documentário sobre o cineasta Andrea Tonacci, um dos maiores representantes do Cinema Marginal de São Paulo nas décadas de 60 e 70. Realizador de um dos maiores filmes de culto do Brasil – “Bang Bang”, terminou em 2004 as filmagens de sua nova longa-metragem, “Serra da Desordem”, após mais de 20 anos afastado do cinema.
Tainah de Arthur Tuoto Vídeo celular 1'
Dentro de mim, um nome.
Filmado com um telemóvel, o vídeo apresenta-se como um haikai digital.
Prémios: Melhor vídeo estrangeiro no Movil Film Fest 2008, Barcelona – Espanha; Menção Honrosa: Melhor Vídeo feito com telemóvel no Festival do Minuto 2008; Finalista: Melhor Vídeo Mobifest Toronto 2008, Canadá
Londrina em três movimentos de Rodrigo Grota Documentário 16’35

Um ensaio visual sobre uma cidade vazia.
O filme, que mostra a cidade sob três perspectivas (natural, concreto e imaginário), conta com trilha sonora original composta pelo londrinense Arrigo Barnabé especialmente para o filme.
A idéia do projeto surgiu em 2003, quando o diretor percebeu que poderia realizar um filme a partir do sentimento que se tem ao ver a cidade vazia, desolada. Antes das filmagens, foram realizadas pesquisas para selecionar as locações que seriam filmadas. O diretor de produção Francelino França chegou a um total de 300 locações que reservavam certo potencial de imagem. Selecionadas as locações, os diretores de arte José de Aguiar e Ygor Raduy, os assistentes de produção Bruno Gehring e Paulo Muzzolon, e Francelino França registraram a cidade em cerca de 2.500 fotos, que acabaram servindo como story board para o diretor conduzir as filmagens. Com orçamento de R$ 22 mil, a equipe de filmagem rodou a cidade por cerca de dois meses e meio. Foram produzidas cerca de 40 horas de imagens, das quais Grota e o montador William de Carvalho selecionaram 6 horas para ir à mesa de edição. Chegou-se então aos quinze minutos do filme, que tentam mostrar a cidade sem encerrar nenhuma verdade definitiva ou conotação sociológica possível. O filme ainda conta com fotografia de Anderson Craveiro e Grota, projeto gráfico de Lucas Leibholz, imagens adicionais de Luciano Pascoal e assistência de direção de Guilherme Peraro e direção de produção de Mabel Gomes.
Prémios: Troféu Icuman de Melhor Direcção 5.ª Goiânia Mostra Curtas.
Making of: vimeo; londrina doc.1; londrina doc2
Crítica: Scalassara
Taranino´s Mind de 300ml Ficção 13'

Uma deliciosa conversa de bar sobre uma tese a respeito dos filmes de Quentin Tarantino. Com Selton Melo e Seu Jorge.
Prémios: Melhor Edição no No Spot Film Festival NY; Exibido no MOMA; Prémio do público, Festival Internacional de Brasilia, 2006; Hors concours na noite de abertura no Festival Internacional do Rio de Janeiro e Top Ten List no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo.
Exibido no Festival de Cinema do Rio de Janeiro (2006) e os Festivais de Curtas em Los Angeles e Veneza.
Documentários Brasileiros
Le Corbusier duração 40min
Africanidades Brasileiras duração 28 min
Brasília Ano 35 duração 21 min
Tomie Othake duração 6min
Sacerdotisas do Barro duração 24 min
Sonhos da Noite duração 29min
Brasil Cultural, Nosso País
Parte A duração 73min
Parte B duração 75min
Rocky & Hudson, os caubóis gays (cedido gentilmente pela livraria Dr.Kartoon) também à venda neste espaço
1Mês/1País - Agosto/BRASIL
Exposição de BD de “Fernando Gonsales”
Vídeo - projecção “Visual Drops”, Laborg
Concerto “Cida Alves” guitarra e voz
Mostra de Gastronomia Brasileira “Dona Xepa”

O Brasil é o País escolhido para o mês de Agosto a acontecer na Galeria Santa Clara. A nossa acção foi focada na diversidade do Brasil contemporâneo, nos seus impactos directos no crescimento e influências nas artes visuais, na arquitectura e na literatura, na música e na gastronomia. A Galeria Santa Clara desenhou, por isso, um programa que cruza diversas linguagens: a exposição do autor brasileiro de banda desenhada Fernando Gonsales, conhecido pela sua personagem Níquel Náusea, a projecção de curtas-metragens brasileiras pelo projecto Videolab, de documentários que retratam a arquitectura moderna do Brasil, com o seu expoente máximo na figura de Oscar Niemeyer, conversas em torno da Banda Brasileira e o mercado editorial no panorama português, debate com projecção sobre a violência em contexto de paz e a literatura de cordel em poerformance pelas Aranhiças e Elefantes, a música pela voz de Cida Alves e a gastronomia proporcionada pelo Restaurante D. Xepa.
Directamente do Brasil, destacamos a presença da revista ZUPI, a primeira revista brasileira de design e arte experimentais e a revista VOXEL voltada para as áreas de arquitetura, 3D, produto, maquete eletrónica, design de interiores e cenografia e o colectivo Laborg, com o projecto Visual Drops, uma colcha de retalhos orgânica, amarrada pela diversidade sonora.
Aperitivos Sonoros a serem servidos com muita caipirinha
Pão de Queijo
Canapés de Fruta variados
Galinha na Moranga
Quindão
Brigadeirão
Galeria Santa Clara
1Mês/1País
Agosto/BRASIL
Revista ZUPI - Abasteça de Ideias
Documentários temas brasileiros de Agilson de Araújo
Venda de livros “Angelus Novus” e “Alma Azul”
Exposição de BD "Fernando Gonsales", Agosto 2009
Parceiro Bedeteca de Beja

Fernando Gonsales nasceu em São Paulo em 1961. Formou-se em Veterinária e em Biologia pela Universidade de São Paulo. Antes de se lançar profissionalmente como autor de banda desenhada trabalhou como médico veterinário na Amazónia. Utiliza, aliás, muitos dos seus conhecimentos científicos para criar as suas tiras cómicas.
O seu personagem mais famoso é o rato Níquel Náusea, cujas tiras começaram a ser publicadas no jornal Folha de São Paulo, em 1985. O seu trabalho tem sido publicado em vários jornais brasileiros: Zero Hora, de Porto Alegre, Correio Braziliense, de Brasília, Diário do Comrcio, de Recife, O Dia, do Rio de Janeiro, etc. (em média são 12, os jornais brasileiros que publicam o seu trabalho).
Em Portugal as tiras de Níquel Náusea foram publicadas durante muito tempo no Diário de Notícias. Além de se dedicar à banda desenhada, Fernando Gonsales também faz ilustração e guiões de TV para a Rede Globo. Tem vários livros com o rato Níquel Náusea publicados entre nós: Botando os Bofes de Fora, Com Mil Demónios!, Nem Tudo Que Balança Cai!, Tédio no Chiqueiro e Vá Pentear Macacos! Entre 1986 e 1996 Fernando Gonsales manteve a revista Níquel Náusea. Em 2005 já tinha desenhado mais de 5000 tiras com a sua personagem… Normalmente faz as tiras a lápis, no papel, passa a tinta-da-china e a sua esposa, Marília, dá a cor no computador…
As suas tiras cómicas podem ser apreciadas diariamente no site http://www2.uol.com.br/niquel/.
Visual Drops, Laborg, Brasil, Agosto 2009
Duração 80min
Parceiro Laborg Brasil
Laborg
O Laborg desenvolve suas imagens videográficas características da captura e projeção de evoluções causadas pela reação de substâncias comuns, como água, óleo e pigmentos, originando desenhos especiais que, quando combinados a paisagens sonoras, trazem à tona serenidade e a vastidão imersa nos detalhes micro cósmicos. Esses pequeninos movimentos orgânicos são uma representação de todos os processos bioquímicos com os quais convivemos a cada instante, desde as chuvas e marés, até a concepção da vida. Mesmo que não prestemos a devida atenção, estes acontecimentos sempre estiveram presentes em nossas vidas, aguardando por serem ouvidos, esperando por nossa reintegração com os ciclos naturais. Esse é o ponto que o Laborg discute e propõe, a volta aos estados orgânicos e originais. Desde 2005, realiza paralelamente a performance LiveLab, onde os experimentos são feitos ao vivo num formato VJ analógico, acompanhados de um músico convidado. O Laborg também desenvolve trabalhos de estúdio para produção de instalações e projeções e curta metragens.
http://www.laborg.com.br/
VisualDrops
O projeto VisualDrops consiste no intercâmbio entre o Laborg e alguns parceiros e amigos. São 40 clipes retirados de material produzido pelo coletivo em 2005 e 2006, distribuídos para 29 músicos e produtores de diferentes nacionalidades. O resultado é uma colcha de retalhos orgânica, amarrada pela diversidade sonora. O Colectivo Laborg agradece a todos os artistas envolvidos nesta iniciativa.
http://laborg.com.br/visualdrops/
cida alves, concerto, música, repertório brasileiro - 8 Agosto 22H00

A cantora Cida Alves nasceu na Bahia, mas já mora na Paraíba há vários anos e canta e toca violão desde os dez anos de idade. Começou a cantar a partir da influência da mãe, que gostava muito de música antiga, como Francisco Petrônio e Dalva de Oliveira. “Até hoje trago músicas daquela época no meu repertório. Alguns chorinhos como Carinhoso, e algumas valsas são belíssimas canções brasileiras e me emociono muito ao cantá-las”, diz ela.
Além do repertório cuidadoso e muito eclético, Cida tem como essência no seu trabalho, a exploração das músicas como instrumento de emotividade. Ela gosta de aproveitar todo o potencial cênico que as músicas podem oferecer, e o faz com zelo, precisão técnica, e acima de tudo, paixão e força feminina.
A emoção de cada música, de cada letra, é cuidadosamente trabalhada, pois Cida Alves tem essa característica particular, e que, no entanto, foi lapidada a seu modo, mas também, escutando grandes cantoras como Elis Regina, Billie Holiday e Janis Joplin. Outra característica marcante é a nova roupagem que costumeiramente ela dá às músicas cantadas, transportando pra a sua voz toda a subjetividade e poesia que a Música tem para apresentar. Com uma voz aguda e afinada Cida tem o dom de intérprete, característica que desenvolveu nos palcos e foi aperfeiçoada pelos dois anos de aula de canto lírico que fez em João Pessoa.
Percorrendo ritmos que vão desde boleros ao Rock’n Roll, do samba ao baião, os principais compositores pelos quais ela “passeia” são: Chico Buarque, Chico César e Zeca Baleiro. Alguns compositores paraibanos também compõem o seu repertório. Hoje ela está em uma nova fase da sua carreira. Com algumas composições na palheta e criando parcerias importantes, a exemplo do músico Cristiano Oliveira (viola), Cida fará um show onde apresentará canções desses compositores e também as suas.
curtas metragens brasileiras, videolab
Projecção de Curtas-Metragens Brasileiras Videolab Brasil
Parceiro Videolab Coimbra
Depois de Portugal, o Brasil é o país do qual o Projecto Videolab tem mais trabalhos de vídeo. A produção de vídeo no Brasil é bastante intensa e a mesma língua facilita a circulação de obras com Portugal.
Esta sessão pretende apresentar uma amostra impossível da produção videográfica brasileira.
Desde a ficção à videoarte, passando pela animação e documentário, entre outros.
O conjunto de trabalhos prima pela qualidade e arrojo na abordagem dos diversos temas.
Videolab
Videolab é um projecto de promoção e divulgação das artes, tendo por base o multimédia;
O seu objectivo principal consiste em apresentar trabalhos de boa qualidade, que reflictam a sociedade em que vivemos e contribuam para o enriquecimento cultural do nosso público. Desse modo, a recolha e exibição de trabalhos é feita sem quaisquer restrições quanto a tema, género, duração ou ano de produção;
O projecto assenta num espírito de iniciativa sem fins comerciais, daí que não sejam cobrados quaisquer valores para a inscrição, exibição e divulgação dos filmes. Da mesma forma, as cópias deverão ser disponibilizadas gratuitamente pelos realizadores;
Os realizadores (ou outros responsáveis) interessados devem inscrever os seus trabalhos para exibição em futuras sessões Videolab, através da nossa ficha de inscrição online, e enviar cópia do(s) filme(s) em DVD (NTSC ou PAL), Mini-DV (apenas PAL), DV Pal ou Mpeg2 para a morada em “Contactos” ou solicitar mais informação para enviar pela internet;
Os trabalhos reunidos serão utilizados em sessões organizadas pelo Projecto Videolab e cedidos a todos os interessados na realização de uma mostra Videolab. Para tal, deverão contactar o Projecto Videolab, que, para além da disponibilização dos filmes, dará o apoio necessário à organização;
Em todo o processo é incentivada a iniciativa criativa conducente a um alargamento das actividades do Projecto Videolab. No fundo, pretende-se que a realização principal do Projecto - as mostras Videolab - possa assumir diversas vertentes, para além da sessão de filmes: debates, apresentações, workshops, palestras, exposições, instalações, espectáculos multimédia.
http://projectovideolab.blogspot.com/
Violência Armada em contexto de paz - por Tatiana Moura 21 Agosto 22H00
“Violência Armada em Contexto de Paz”, com Tatiana Moura
Parceiro Ces – Observatório Género e Violência Armada Coimbra
Luto como Mãe

A cidade do Rio de Janeiro é palco frequente de execuções sumárias e arbitrárias cometidas por agentes do Estado. Cada morte arrasta consigo a dor de quem fica, especialmente a família e amigos, afectando todo o seu círculo social. O documentário “Luto como Mãe” centra-se nas histórias de sobreviventes, mães, irmãs e esposas, que perderam os seus familiares em actos de violência armada urbana e que por essa razão lidam com o trauma diário da desarticulação familiar, das dificuldades financeiras e do estigma.
Neste filme conhecem-se essas mulheres de força, persistência, vontade de justiça e de mudança e os seus percusos de passagem do Luto à Luta; mulheres que procuram agora lutar por justiça e pela visibilidade.
Depois da exibição, terá lugar um debate com o realizador e uma das intervenientes no documentário, Elizabeth Paulino, onde serão discutidos os impactos diferenciados da violência armada, bem como exemplos de militância colectiva contra a violência.
O Observatório sobre Género e Violência Armada (OGiVA), recém-criado no Centro de Estudos Sociais, visa desenvolver estudos, análises e recomendações práticas para políticas e programas sobre feminilidades, masculinidades e (in)segurança em contextos de violência armada na Europa, países africanos de língua portuguesa e países da América Latina.
Realização Luis Carlos Nascimento Fotografia Tiago Scorza Montagem/Edição Fabian Remmy Produção Executiva Tatiana Moura, Mercia Britto, Carla Afonso Produtor associado Rodrigo Letier Banda Sonora JJ Aquino e Wladimir Rocha Mistura Bernardo Gebara Vídeo grafismo Stanio Soares Produção Cinema Nosso, TVZERO e Jabuti Filmes
Tatiana Moura é investigadora permanente do Centro de Estudos Sociais e membro de Núcleo de Estudos para a Paz. Actualmente é membro do Women’s Network Working Group da IANSA (International Action Network on Small Arms), a única rede internacional dedicada as articulações entre género, direitos das mulheres, armas ligeiras e violência armada. Doutoranda do programa Paz, Conflitos e Democracia da Universidade Jaume I (Espanha), tem o grau de Mestre em Sociologia pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e é licenciada em Relações Internacionais pela mesma Faculdade.
http://www.ces.uc.pt/
arquitectura, documentário, Oscar Niemeyer -22Agosto - 22H
Documentário “Oscar Niemeyer – A Vida é um Sopro” de Fabiano Maciel
Duração 90min
Parceiro Embaixada do Brasil em Portugal Lisboa

www.avidaeumsopro.com.br

“Você olha pro céu e fica espantado. É um universo fantástico que nos humilha e a gente não pode usufruir nada. A gente fica espantado é com a força da inteligência do ser humano, que nasceu feito um animal qualquer, e hoje pensa, daqui a pouco está andando pelas estrelas, conversando com os outros seres humanos que estão por essas galáxias aí. Mas no fim, a resposta de tudo isso é isso: nasceu, morreu: fodeu-se.“
Oscar Niemeyer – A vida é um sopro é um filme que, sem pretender ser inovador ou genial como o personagem que lhe serve de tema, procura se pautar na clareza de suas linhas e na poética de suas formas, para (re)construir a história do maior ícone da Arquitectura Moderna Brasileira. Uma história indissociavelmente ligada às transformações do país neste último século.
No documentário, de 90 minutos, o arquitecto conta de forma descontraída como concebeu seus principais projectos. Mostra como revolucionou a Arquitectura Moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. Fala também sobre sua vida, seu ideal de uma sociedade mais justa e de questões metafísicas como a insignificância do Homem diante do Universo.
Produzido pela Santa Clara Comunicação e rodado em vídeo digital e 16mm no Brasil, na Argélia, França, Itália, Estados Unidos, Uruguai, Inglaterra e Portugal, A vida é um sopro é costurado por imagens de arquivo inéditas e raras, e por depoimentos de personalidades como os escritores José Saramago, Eduardo Galeano e Carlos Heitor Cony, o poeta Ferreira Gullar, o historiador Eric Hobsbawn, o cineasta Nelson Pereira dos Santos, o ex-presidente de Portugal Mário Soares e o compositor Chico Buarque.





