sexta-feira, 27 de novembro de 2009

JOÃO VASCO PAIVA - entrevista


sábado, 21 de novembro de 2009

LANÇAMENTO DE LIVRO - SÁBADO - 18H


OFICINA DE DESENHO no Ateneu de Coimbra



http://salao40desenho.blogspot.com/
salao40desenho@gmail.com

Exposição de desenho - figura humana no Ateneu de Coimbra


Bruno Gonçalves, Dora-Iva Rita, Ilídio Salteiro, Wojtek Ziemilski - 20 Nov'09


sábado, 14 de novembro de 2009

João Vasco Paiva no Festival Internacional Microware New Media Arts em Hong Kong

João Vasco Paiva é o único artista plástico português a participar no festival internacional Microwave New Media Arts, que arranca sexta-feira em Hong Kong, com uma instalação de 120 pássaros-robots que estruturam o ambiente numa pauta musical. Subordinado ao tema “Transformação da Natureza”, o festival da ex-colónia britânica convidou este ano João Paiva para expor a sua peça “Chirps” numa mostra no lobby do “Langham Place Hotel”, até 11 de Dezembro, ao lado de criações de artistas da Alemanha, Singapura e Estados Unidos.
“Vou apresentar uma instalação com 100 a 120 pássaros-robots que reagem a pássaros reais, mas nesta exposição não será possível ter pássaros reais, por isso, os robots vão reagir a sons envolventes através de câmaras, microfones e sensores, funcionando como uma orquestra que interpreta e transforma a envolvência numa pauta musical”, explicou João Paiva em declarações à agência Lusa.Em Janeiro, a peça será apresentada, juntamente com pássaros reais, numa exposição em Hong Kong que estará disponível ao longo de um mês.
O artista prepara-se também para a Bienal de Hong Kong, de 2010, onde vai marcar presença com o trabalho “Wide Rothko”, que transforma um vídeo de carácter documental, ao retratar uma viagem entre Hong Kong e Zhongdhian, num novo tipo de visualização, que recorre aos efeitos da multiplicação e extensão de imagem, criando um novo espaço/tempo cinematográfico.
Natural de Coimbra, João Vasco Paiva, de 29 anos, partiu para Hong Kong com uma bolsa da Fundação Oriente para realizar um mestrado em Belas Artes e três anos depois não pondera regressar à terra-natal.
Convidado para dar aulas na School of Creative Media da City University de Hong Kong, João Paiva acabou por encontrar na Região Administrativa Especial da China as condições propícias para desenvolver o conhecimento e experiência na área de “digital media”.
“A situação em Hong Kong foi favorável, desde o convite para leccionar ao apoio de instituições como a Videotage, em que fui aceite numa residência artística que começa em Janeiro, e da Cogent Property, que me forneceu um estúdio com uma renda simbólica num edifício para artistas e associações culturais”, explicou à Lusa.
Por outro lado, Hong Kong apresentou-se ao artista como o cenário perfeito para a criação perante a “dualidade que apresenta e que se reflecte no facto de ser uma sociedade ocidentalizada, mas exagerada que causa estranheza a um português, sendo facilmente caricaturizada”.
“A minha situação como ‘outsider’/imigrante/turista proporciona o distanciamento necessário para o amadurecimento do meu fazer artístico, que procura caracterizar uma cultura através de aspectos visuais e sonoros”, salientou. Fascinado pela tecnologia, mas também pela pintura e desenho, João Vasco Paiva busca uma interactividade entre os materiais que, com base na etnografia experimental, se reflecte na transformação do quotidiano em diferentes formatos. Por isso, desde 2005 vem a recolher imagens e sons gravados na China e Sudeste Asiático que, através de computação e notação de imagem, sons e padrões físicos, são analisados e poetizados. João Vasco Paiva é já uma das promessas artísticas de Hong Kong e Portugal, que tem promovido o talento nacional pelas principais capitais culturais do mundo, desde Londres, a Atenas, Viena, São Paulo, Pequim, onde já participou em diversos festivais internacionais de artes. PNE. Lusa/fim

http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&listid=NewsList310&listpage=1&docid=10341824

conferência de Augusto Nascimento - 13 Nov'09


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

São Tomé e Príncipe: da “Independência Total” à dependência sem fim à vista por Gerhard Seibert




quarta-feira, 11 de novembro de 2009

EXPOSIÇÃO de ARTUR VARELA na Galeria Novo Século

EXPOSIÇÃO DE ARTUR VARELA

Inaugura dia 19 de Novembro (5ª Feira) pelas 22 horas a exposição de escultura e desenho:

“JARDIM DE INFANCIA” de Artur Varela

A exposição estará patente ao público até dia 12 de Dezembro

De terça a Sábado das 14 às 19 horas

Na Galeria Novo Século
Rua de O Século, 23 A B
1200 433 LISBOA
Tel. Fax: 213427712

Metro: Baixa Chiado, Eléctrico nº 28

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Leitura de poesia por CAROLINA S. 27 Nov – 6.ªF - 23h

leitura de poesia de Armindo Vaz de Almeida e Alda Espírito Santo

"Laivos da Ilha Nua"
por Carolina S.

comunicação|conversa com GERHARD SEIBERT - 27Nov - 6.ªF - 22H


Gerhard Seibert
Investigador do Centro de Estudos Africanos, ISCTE-IUL, Lisboa.

São Tomé e Príncipe: da “Independência Total” à dependência sem fim à vista.
Esta comunicação aborda, em linhas gerais, os mais importantes desenvolvimentos políticos e sócio-económicos do pequeno país insular desde a sua independência em 1975 até à actualidade.

Gerhard Seibert licenciou-se em Antropologia Cultural na Universidade de Utreque, Holanda, em 1991. De 1992 a 1999 esteve ligado à Universidade de Leiden, Holanda, onde se doutorou em Ciências Sociais. Depois do doutoramento, de 1999 a 2008, foi bolseiro de pós-doutoramento da FCT no Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) em Lisboa, onde efectuou sobretudo pesquisas sobre igrejas africanas independentes em Moçambique e sobre o desenvolvimento sócio-económico e político em São Tomé e Príncipe. Desde 2008 é investigador do Centro de Estudos Africanos (CEA)/ISCTE-IUL em Lisboa. Actualmente, está a efectuar um estudo comparativo do desenvolvimento pós-colonial em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. É autor do livro Camaradas, Clientes e Compadres. Colonialismo, Socialismo e Democratização em São Tomé e Príncipe (Lisboa: Vega 2001; versão inglesa: Comrades, Clients and Cousins. Colonialism, Socialism and Democratization in São Tomé and Príncipe. Leiden 1999; 2ª edição actualizada 2006). Publicou vários artigos sobre São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique, Guiné Equatorial e as relações Brasil – África.

Workshop de danças tradicionais - 26 Nov - 5.ªF - 17:30H




com Hector Costa e Ilianyse Trovoada

Serão ensinadas duas danças: a Ússua” e a “Puita”.


Inscrição - 5€

comunicação|conversa com JORGE CASTILHO - 21 Nov – sáb – 22H



“Um turista em S. Tomé e Príncipe”

Jornalista (desde 1969) e professor de jornalismo durante mais de uma década.
Fundou três jornais, e foi co-fundador de uma estação de rádio e de um canal de televisão.
Militante de diversas causas e movimentos cívicos.
Viajante por razões profissionais e por prazer pessoal.
Apaixonado por África desde que foi forçado a conhecê-la, durante a guerra colonial, em 1971. Seduzido por São Tomé em 2008.

comunicação|conversa com AUGUSTO NASCIMENTO - 13 Nov – 6.ªf – 22H –



Augusto Nascimento
Instituto de Investigação Científica Tropical, Lisboa

“Controvérsias em torno da história de São Tomé e Príncipe”
Nesta comunicação, a par da apresentação da génese e da evolução (politizada) de temáticas controversas da história de São Tomé e Príncipe – das origens à crioulização, da independência às identidades –, abordar-se-á a importância política, social e cultural do conhecimento histórico e, em mais termos gerais, do saber social para o devir do arquipélago.

Augusto Nascimento nasceu em Lisboa, a 28 de Março de 1959. Investigador auxiliar do Instituto de Investigação Científica Tropical, em Lisboa. Colabora com o Centro de Estudos Africanos do ISCTE e com o Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto. É autor dos seguintes livros: Poderes e quotidiano nas roças de S. Tomé e Príncipe de finais de Oitocentos a meados de Novecentos (2002); Órfãos da Raça (2002); Desterro e contrato. Moçambicanos a caminho de S. Tomé e Príncipe (anos 1940-1960) (2002); O sul da diáspora. Cabo-verdianos nas plantações de S. Tomé e Príncipe e de Moçambique (2003); A misericórdia na voragem das ilhas (2003); Entre o mundo e as ilhas. O associativismo são-tomense nos primeiros decénios de Novecentos (2005); O fim do caminhu longi (2007); Ciências sociais em São Tomé e Príncipe: a independência e o estado da arte (disponível em www.africanos.eu) (2007); Vidas de S. Tomé segundo vozes de Soncente (2008); Atlas da Lusofonia. São Tomé e Príncipe (2008). Autor de artigos sobre São Tomé e Príncipe e Cabo Verde.

INAUGURAÇÃO/FESTA 7Nov - sáb - 17H em diante



6 expressões são tomenses - EXPOSIÇÃO
Eduardo Malé Estanislau Neto Ismael Sequeira Le-Brimet Plácido Vicente Yolanda Esteves

DANÇAS TRADICIONAIS

Grupo Cultural da Associação de Estudantes de S. Tomé e Príncipe de Coimbra

Este grupo foi criado há 21 anos, por um grupo de estudantes com o objectivo de mostrar o património cultural e etnográfico de S. Tomé e Príncipe.
A dança e a música são as suas formas de expressão.
No universo das danças há duas emblemáticas, a “Ússua” e a “Puita”.
Ambas são testemunhos de aculturação centenária e que constituem a prova evidente da vitória do luso-tropicalismo nestas ilhas.
A “Ússua”, supõem-se tenha sido copiada pelos trabalhadores que viam os senhores das roças dançar os “lanceiros”, nos tempos áureos do cacau.
A “Puita” foi introduzida pelos escravos angolanos e pensa-se que tenha a mesma origem da “massemba”, de Angola, que, no Brasil, foi a precursora do famoso “ samba”. Dança-se normalmente em homenagem aos mortos.

MOSTRA DE LIVROS
Alda Espírito Santo António Bondoso Armindo Vaz de Almeida Augusto Nascimento Carlos Graça Fernando de Macedo Gerhard Seibert Inocência Mata Kathleen Becker Olinda Beja Sacramento Neto

FLORES
vindas directamente de S. Tomé e Príncipe
http://www.floraspeciosa.com/


CAFÉ E CACAU
Cafés FEB


CONVÍVIO AO PÔR DO SOL

“Colaboravam nos divertimentos tal como o faziam nas tarefas do quotidiano; o entusiasmo, a boa disposição era a mesma. Agrupavam-se, quando necessário, para a apanha da mandioca, da batata-doce, do amendoim, do inhame, da matabala; para o fabrico de mandioca, do flipote, do azeite-dende…As tarefas em comum findavam, em regra, com todos os participantes confraternizando numa refeição colectiva.
Sobre as mesas (…) recipientes continham aperitivos: bolos de mandioca, banana em palha, travessas fumegantes ofereciam acepipes de ovos: ovos em ninho, omeleta de batata-doce, molhos, molho de mostrada, de milho verde, peixes: afaça, bingi, calulu antigo, mateté, carnes: cabrito com limão, galinha yassá, ndeze, doces: milho doce, bolo de coco, maionese de chocolate, pudim de ananás, sangria andaluza, licor de limão.”
In “A Diva” de Sacramento Neto – Ficção Africana

PROGRAMAÇÃO - MÊS DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

CONVITE - INAUGURAÇÃO - 7 NOVEMBRO - 17H