Ocisangua (lê-se otchissangua)...
Venha provar Ocisangua (lê-se otchissangua)... e conhecer um pouco do trabalho da ONG Coopera (www.coopera.cc) , em Angola.
A ocisangua é uma bebida caseira mais usual na tradição do povo Ovimbundu no sul de Angola. Na cultura desse povo, esta bebida é sempre indispensável em casa. A todo o momento deve estar presente e é a primeira refeição que se dá a um visitante que se digne honrar com a sua presença em qualquer família daquele povo. “Mata” fome e sede.
Rigorosamente na sua forma original, é feita de milho grelhado e lupro designados em umbundu respectivamente de osovo e mbundi.
Ingredientes: farinha de milho, água e açúcar, deixa-se fermentar.
A ocisangua é uma bebida caseira mais usual na tradição do povo Ovimbundu no sul de Angola. Na cultura desse povo, esta bebida é sempre indispensável em casa. A todo o momento deve estar presente e é a primeira refeição que se dá a um visitante que se digne honrar com a sua presença em qualquer família daquele povo. “Mata” fome e sede.
Rigorosamente na sua forma original, é feita de milho grelhado e lupro designados em umbundu respectivamente de osovo e mbundi.
Ingredientes: farinha de milho, água e açúcar, deixa-se fermentar.
AULAS DE PORTUGUÊS / CONVERSAÇÃO - PARA ESTRANGEIROS
AULAS DE PORTUGUÊS / CONVERSAÇÃO - PARA ESTRANGEIROS
A partir de JANEIRO – 2009
ÁS 3.ªs FEIRAS – 15 HORAS
GRATUITAS
INSCRIÇÕES – http://galeriasantaclara.blogspot.com
A partir de JANEIRO – 2009
ÁS 3.ªs FEIRAS – 15 HORAS
GRATUITAS
INSCRIÇÕES – http://galeriasantaclara.blogspot.com
13 Dezembro 2008
“Ah, como eu desejo, pela madrugada,
Tomar nos meus braços
O corpo nu do meu cavaleiro,
Em êxtase, o seu rosto entre os meus seios
Formoso amigo, gentil e carinhoso
Quando poderei eu possuir-te
Deitar-me ao teu lado por uma hora
E cobrir-te de beijos apaixonados?
Sabes que daria quase tudo,
Para te ver no lugar do meu esposo;
Mas só se ouvir o teu juramento
De que farás tudo aquilo que eu quiser.”
escrito no século XII por Beatriz de Diaz, (sec XII) uma nobre senhora da Provença, ao seu cavaleiro e amante.
"O conceito de o “amor cortês” é introduzido por Leonor nas cortes da Europa.
Leonor, com uma história de vida fantástica, nasceu na corte mais culta do seu tempo. O seu avô, Guilherme IX, Duque da Aquitânia, foi um dos primeiros trovadores e poetas vernaculares. Era um homem extremamente culto, que transmitiu o gosto pela aprendizagem ao herdeiro Guilherme X que, por sua vez, deu uma educação excepcional às suas duas filhas: Leonor (futura rainha de Inglaterra e mãe de Ricardo Coração de Leão e João sem Terra) e a Petronilha que eram fluentes em cerca de 8 línguas, aprenderam matemática, astronomia e discutiam leis e filosofia a par com os doutores da Igreja.
rosaleonor.blogspot.com
Tomar nos meus braços
O corpo nu do meu cavaleiro,
Em êxtase, o seu rosto entre os meus seios
Formoso amigo, gentil e carinhoso
Quando poderei eu possuir-te
Deitar-me ao teu lado por uma hora
E cobrir-te de beijos apaixonados?
Sabes que daria quase tudo,
Para te ver no lugar do meu esposo;
Mas só se ouvir o teu juramento
De que farás tudo aquilo que eu quiser.”
escrito no século XII por Beatriz de Diaz, (sec XII) uma nobre senhora da Provença, ao seu cavaleiro e amante.
"O conceito de o “amor cortês” é introduzido por Leonor nas cortes da Europa.
Leonor, com uma história de vida fantástica, nasceu na corte mais culta do seu tempo. O seu avô, Guilherme IX, Duque da Aquitânia, foi um dos primeiros trovadores e poetas vernaculares. Era um homem extremamente culto, que transmitiu o gosto pela aprendizagem ao herdeiro Guilherme X que, por sua vez, deu uma educação excepcional às suas duas filhas: Leonor (futura rainha de Inglaterra e mãe de Ricardo Coração de Leão e João sem Terra) e a Petronilha que eram fluentes em cerca de 8 línguas, aprenderam matemática, astronomia e discutiam leis e filosofia a par com os doutores da Igreja.
rosaleonor.blogspot.com
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "Walale Angola"

A Galeria Santa Clara e a ONG Coopera ( www.coopera.cc) convidam-vos para a inauguração da exposição de fotografia de Ana Rita Rodrigues, "Walale Angola" (Olá Angola), que inaugura no dia 20 de Dezembro, pelas 17 horas.
Esta exposição está integrada no tema que a Galeria Santa Clara vai adoptar no próximo ano, 2009, "1 mês, 1 país" e representa o primeiro país: Angola/Janeiro.
Subjacente estão ideias de multiculturalidade, de integração, de participação, de cidadania, de ecologia, de espiritualidade e de criatividade.
A cada mês será associado um país e pretendemos fazer reflectir a cultura desse país na actividade do bar e da galeria de arte.
Ë um evento que permite pensar em acções muito variadas (exposições, instalações, bebidas, música, etc) que, no entanto, podem não ser de fácil concretização. Apesar disso, achamos que os princípios e valores que o tema sugere valem, por si só, a pena.
Decidimos portanto que iremos realizar o que nos for possível.
Se quiserem propôr ou participar, são bem-vindos.
"Em momentos de crise, só a criatividade é mais importante que o conhecimento", dizia Albert Einstein
"1 mês, 1 país" - SINOPSE
"1 mês, 1 país"
Este é o tema que propomos para a actividade da Galeria Santa Clara, em 2009.
A cada mês será associado um país e pretendemos fazer reflectir a cultura desse país na nossa actividade.
Achamos que os princípios e valores que o tema sugere valem, por si só, a pena.
Este é um projecto conjunto, da Galeria Santa Clara e vosso.
"Em momentos de crise, só a criatividade é mais importante que o conhecimento."
Albert Einstein
Este é o tema que propomos para a actividade da Galeria Santa Clara, em 2009.
A cada mês será associado um país e pretendemos fazer reflectir a cultura desse país na nossa actividade.
Achamos que os princípios e valores que o tema sugere valem, por si só, a pena.
Este é um projecto conjunto, da Galeria Santa Clara e vosso.
"Em momentos de crise, só a criatividade é mais importante que o conhecimento."
Albert Einstein
Exposição - João Concha - convite

"Está noite. Estou deitado na cama e não consigo adormecer. Sinto-me cansado, mas o meu corpo parece bloqueado, tenso. Estico-me então com toda a força, até ouvir os ossos estalar. Sinto um enorme alívio: o meu corpo voltou a si mesmo. Libertei-me.
Libertei-me, quase. Simplesmente, alguns minutos depois, dou por mim que o meu corpo não se libertou mesmo. Continua com alguma tensão, não se compõe idealmente, e ainda por cima a cama parece demasiado dura. Será o colchão? Ou a almofada? Parece quase que cada coisa está mal, não se adequa a mim. Continuo estrangeiro na minha cama, no meu corpo.
É nesse espaço entre o eu e o resto que João Concha explora o seu terreno de jogo. (...)"
Vvoitek Ziemilski
autor do blog sobre arte contemporânea http://new-art.blogspot.com/
Exposição Arte Clara no Convento S. Francisco
Foi inaugurada no dia 4 de Dezembro, no Convento de São Francisco (Santa Clara), em Coimbra, a exposição colectiva ARTE CLARA que ficará patente até dia 22 do mesmo mês, podendo ser visitada todos os dias até às 24h.
Organizada por Santiago Ribeiro, Empresa Municipal Turismo de Coimbra, Junta de Freguesia de Santa Clara, e com o apoio do Museu Nacional de Machado de Castro, a exposição conta com a participação dos seguintes artistas e galerias:
ANTOINE PIMENTEL
CAREL VERLEGH
COLETTE VILATTE
LÚCIA MAIA
LUÍZ MORGADINHO
MÁRIO SILVA
PEDRO OLAYO
PEDRO PRATA
RUI CUNHA
SANTIAGO RIBEIRO
VASCO BERARDO
ZÉ PENICHEIRO
- Galeria Arte Vária -
ROBERTO CHICHORRO
TOZÉ MARTINS
- Galeria MinervaCoimbra -
CARLOS LANÇA
MARCO ROTH
MIGUEL BARBOSA
- Galeria Paletro -
HANS VARELA
MÁRIO RODRIGUES
VARATOJO
- Galeria Santa Clara -
ARTUR VARELA
FILIPE COSTA
IVO MOREIRA
JOÃO CONCHA
- Galeria Século XVII -
MARIA JOÃO FRANCO
NORONHA DA COSTA
- Galeria Sete -
ANA PIMENTEL
CLÁUDIA MATEUS
PEDRO FALCÃO
PEDRO MEDEIROS
SUSANA PIRES
Organizada por Santiago Ribeiro, Empresa Municipal Turismo de Coimbra, Junta de Freguesia de Santa Clara, e com o apoio do Museu Nacional de Machado de Castro, a exposição conta com a participação dos seguintes artistas e galerias:
ANTOINE PIMENTEL
CAREL VERLEGH
COLETTE VILATTE
LÚCIA MAIA
LUÍZ MORGADINHO
MÁRIO SILVA
PEDRO OLAYO
PEDRO PRATA
RUI CUNHA
SANTIAGO RIBEIRO
VASCO BERARDO
ZÉ PENICHEIRO
- Galeria Arte Vária -
ROBERTO CHICHORRO
TOZÉ MARTINS
- Galeria MinervaCoimbra -
CARLOS LANÇA
MARCO ROTH
MIGUEL BARBOSA
- Galeria Paletro -
HANS VARELA
MÁRIO RODRIGUES
VARATOJO
- Galeria Santa Clara -
ARTUR VARELA
FILIPE COSTA
IVO MOREIRA
JOÃO CONCHA
- Galeria Século XVII -
MARIA JOÃO FRANCO
NORONHA DA COSTA
- Galeria Sete -
ANA PIMENTEL
CLÁUDIA MATEUS
PEDRO FALCÃO
PEDRO MEDEIROS
SUSANA PIRES
Poemário (semana 4, Vencedor) Diogo Cabrita
Luís Mateus brinda-nos com pop art e nós brindámo-lo com a vitória:
MOLAS DE ROUPA, CLIPS, PUNAISES, AGRAFES E ZIPS
Falo de criações meninas
Que nos cabem nos dedos.
Falo de invenções
Fantásticas, objectos úteis,
Ou como adereços inúteis, intemporais.
Prendo a roupa,
Prendo os papeis,
Prendo as fotos no quadro.
São objectos fáceis,
Mecanismos geniais.
A vida pop faz-se de coisas assim,
Quase desnecessárias
Impondo-se subtilmente
seduzindo às cores,
permitindo trocas
compras múltiplas,
ausência de afectos.
Hoje branco, amanhã azul
Hoje posto, amanhã lixo
São criações para ter em stock
Fazendo excesso, permitindo
Usos vários
Não encomendados.
São criações magnificas por quem se não tem
Respeito.
Os clips os punaises
E os zips
São formas igualitárias.
Livres
E justas.
De Diogo Cabrita em Clips, Punaises & Zips, da A Mar Arte
MOLAS DE ROUPA, CLIPS, PUNAISES, AGRAFES E ZIPS
Falo de criações meninas
Que nos cabem nos dedos.
Falo de invenções
Fantásticas, objectos úteis,
Ou como adereços inúteis, intemporais.
Prendo a roupa,
Prendo os papeis,
Prendo as fotos no quadro.
São objectos fáceis,
Mecanismos geniais.
A vida pop faz-se de coisas assim,
Quase desnecessárias
Impondo-se subtilmente
seduzindo às cores,
permitindo trocas
compras múltiplas,
ausência de afectos.
Hoje branco, amanhã azul
Hoje posto, amanhã lixo
São criações para ter em stock
Fazendo excesso, permitindo
Usos vários
Não encomendados.
São criações magnificas por quem se não tem
Respeito.
Os clips os punaises
E os zips
São formas igualitárias.
Livres
E justas.
De Diogo Cabrita em Clips, Punaises & Zips, da A Mar Arte
Poemário (semana 4) João Veríssimo
Improviso da alma e do poeta
(Rogério Martins Simões)
Dia a dia o desamor
Quebra o sentido da vida
sofre-se em segredo
E na incerteza...
Reina a ganÂncia,
A injustiça
O sofrimento, a pobreza
E o medo!
É fácil dizer:
Temos de ser solidários!
Ser... não é fácil?
A vida é tortuosa,
Manhosa
vai tudo numa pressa.
E na pressa tudo olha
Nada se vê!
Olho! Nada vejo!
Olho! Nada sinto!
Olho! Olho! Olho!
Que vejo?
Vai tudo na pressa
À velocidade do salário
Vai tudo na pressa
À velocidade do ganho!
E o homem virou máquina,
Computador
Autómato.
Mas... o luar está igual
E o céu não mudou!
Mudou a humanidade
Que perdeu a individualidade.
Passámos a ser números,
Peças de inventário.
Desumanidade!
Dia a dia
caem os valores morais
Perfilam as estatísticas
Dos ganhos:
Ganha a produção:
Ganha-se menos!
trabalha-se mais:
Ganha-se menos!
Que importa?
Se um homem tem fome?
E se há revolta.
Que importa?
A quem importa?
Importa é o dinheiro
Ser rico,
Virar banqueiro.
Mas... a areia cintila no deserto!
E nem tudo o que brilha é oiro
- Não vedes o céu a irradiar?!
Não! A humanidade não luz:
A sociedade é egoísta,
Prolifera o desamor.
Importa é estar na "berra"
E neste egoísmo nada sobra.
Está quase a bater no fundo!
Estes tempos são difíceis
Só há tempo para o fútil,
Para a notícia brejeira,
Para a asneira
Para a cuscuvilhice.
E nesta agitação...
A alma consome
E o corpo mata.
Mas o mar permanece azul!
O melro assobia
E o vento vira furacão.
Passou o tempo...
(O tempo passa depressa)
E na pressa
Não há tempo para filhos.
Dos filhos para os avós.
Dos avós para os netos.
Dos meninos para a família!
Volta poesia!
Volta poeta...
Acredita...
Que estamos no Outono,
Mais logo... será Inverno,
Vem aí a Primavera
Tudo será verde... renascido,
E de volta ao lar,
Em redor da lareira
Quando o dia findar,
Os avós,
Os pais
E os netos
Recordarão histórias da vida,
Contadas sem segredos,
(Segredos bem guardados).
E desses segredos
Renascerão
Os gestos colectivos de amor
Repreendidos
E esconjurados
Os actos egoístas
De desamor.
E os meninos
De volta às escolas
(sem números nas camisolas)
Pintadas a lápis de cor
Vão ter recreios doirados
E mil e umas aventuras
E se treparem às árvores,
Subirão à "Torre de Babel"
E todos se entenderão
Na mesma língua.
Porque a terra vai ser paraíso
E os frutos não mais serão
proibidos...
(Rogério Martins Simões)
Dia a dia o desamor
Quebra o sentido da vida
sofre-se em segredo
E na incerteza...
Reina a ganÂncia,
A injustiça
O sofrimento, a pobreza
E o medo!
É fácil dizer:
Temos de ser solidários!
Ser... não é fácil?
A vida é tortuosa,
Manhosa
vai tudo numa pressa.
E na pressa tudo olha
Nada se vê!
Olho! Nada vejo!
Olho! Nada sinto!
Olho! Olho! Olho!
Que vejo?
Vai tudo na pressa
À velocidade do salário
Vai tudo na pressa
À velocidade do ganho!
E o homem virou máquina,
Computador
Autómato.
Mas... o luar está igual
E o céu não mudou!
Mudou a humanidade
Que perdeu a individualidade.
Passámos a ser números,
Peças de inventário.
Desumanidade!
Dia a dia
caem os valores morais
Perfilam as estatísticas
Dos ganhos:
Ganha a produção:
Ganha-se menos!
trabalha-se mais:
Ganha-se menos!
Que importa?
Se um homem tem fome?
E se há revolta.
Que importa?
A quem importa?
Importa é o dinheiro
Ser rico,
Virar banqueiro.
Mas... a areia cintila no deserto!
E nem tudo o que brilha é oiro
- Não vedes o céu a irradiar?!
Não! A humanidade não luz:
A sociedade é egoísta,
Prolifera o desamor.
Importa é estar na "berra"
E neste egoísmo nada sobra.
Está quase a bater no fundo!
Estes tempos são difíceis
Só há tempo para o fútil,
Para a notícia brejeira,
Para a asneira
Para a cuscuvilhice.
E nesta agitação...
A alma consome
E o corpo mata.
Mas o mar permanece azul!
O melro assobia
E o vento vira furacão.
Passou o tempo...
(O tempo passa depressa)
E na pressa
Não há tempo para filhos.
Dos filhos para os avós.
Dos avós para os netos.
Dos meninos para a família!
Volta poesia!
Volta poeta...
Acredita...
Que estamos no Outono,
Mais logo... será Inverno,
Vem aí a Primavera
Tudo será verde... renascido,
E de volta ao lar,
Em redor da lareira
Quando o dia findar,
Os avós,
Os pais
E os netos
Recordarão histórias da vida,
Contadas sem segredos,
(Segredos bem guardados).
E desses segredos
Renascerão
Os gestos colectivos de amor
Repreendidos
E esconjurados
Os actos egoístas
De desamor.
E os meninos
De volta às escolas
(sem números nas camisolas)
Pintadas a lápis de cor
Vão ter recreios doirados
E mil e umas aventuras
E se treparem às árvores,
Subirão à "Torre de Babel"
E todos se entenderão
Na mesma língua.
Porque a terra vai ser paraíso
E os frutos não mais serão
proibidos...
Poemário (semana 4)
Ana com uma lição:
"Quando nada parece ajudar,
eu vou e olho um cortador de pedras...
martelando 100 vezes,
sem que uma só rachadura apareça.
No entanto,
na centésima martelada,
a pedra se abre em duas
e eu sei que não foi aquela que conseguiu,
mas todas as que vierem antes."
"Quando nada parece ajudar,
eu vou e olho um cortador de pedras...
martelando 100 vezes,
sem que uma só rachadura apareça.
No entanto,
na centésima martelada,
a pedra se abre em duas
e eu sei que não foi aquela que conseguiu,
mas todas as que vierem antes."
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