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Exposição retrospectiva de Lúcia Maia


"NA DIVERSIDADE ENCONTRAMOS A UNIDADE"


 EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA DE
LÚCIA MAIA



Exposição patente nos três pisos da casa:

RÉS DO CHÃO | CAVE | PRIMEIRO ANDAR | ATELIER

(Atelier: edifício existente no extremo da esplanada que 
pode ser visitado mediante solicitação ao pessoal do bar)

de 20 de Junho a 19 de Setembro 2015

Fotobiografia à venda na Livraria



ÁFRICA
 







AGUARELAS





O MUNDO E O COLECTIVO
























"Na diversidade encontramos a unidade" - Exposição retrospectiva de Lúcia Maia


Adriano : Exposição de Fotografia


Inauguração da Exposição de Fotografia

ADRIANO
de 20 de Dezembro 2013 a 29 de Janeiro de 2014


«As pessoas e as viagens sempre foram as suas maiores paixões.
A simpatia e o sorriso excediam-lhe o corpo, encantando tudo e todos.
De uma humanidade rara, deixou um pedaço de si em todos os lugares e pessoas que conheceu.
A sua actividade sempre esteve ligada à imagem, como docente, formador e freelancer nas áreas de design, webdesign, fotografia e vídeo.
Seria da fotografia que estaria mais próximo, talvez para eternizar o belo, aquele instante perfeito e de felicidade.
Deixou-nos cedo demais mas ficámos com o exemplo supremo da felicidade.
Esta exposição é uma homenagem à beleza e honestidade do seu olhar,

O OLHAR DO ADRIANO.»






A Vida é Formidável, fotografias de Fernando Marques





INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA | Domingo, 16 JUNHO 2013 às 16h

Histórias da Vida do Formidável contadas por Jorge Castilho
Fernando Marques, cauteleiro de profissão, nasceu em Setembro de 1911 em Coimbra, cidade onde viveu até à morte, em 1996. Durante os seus mais de 80 anos de vida, vagueou por outras paragens, em Portugal e no estrangeiro, mas foi Coimbra — as suas gentes, os seus lugares, os seus objectos, os seus acontecimentos — que lhe arrebatou os instantâneos que para sempre o colocaram no podium da fotografia.

"Onde andam os nossos anjos?" - 2013


Daqui a 10 dias as pinturas de Luís Herberto, Marco Ayres e Ilídio Salteiro dão lugar à exposição de artes plásticas "Onde andam os nossos anjos?" de Filipe Costa.

Colectiva na Galeria - 2012

Os novos modelos dona arte e a queda da razão por Vanda Guerreiro As grandes alterações sociais e políticas são geradoras de mudanças significativas no mundo da arte. Num momento histórico onde é consensual o fim do sistema que nos gere e a inevitabilidade do surgimento de algo de novo, que a humanidade inventará, Vanda Guerreiro fará uma apresentação sobre os novos modelos que nascem na Arte, como consequência da imensa transformação que sofre o mundo. A pós-modernidade tardia trouxe um modelo entrópico, onde tudo tem sido permitido, sem barreiras, gerando um universo infindável de soluções, mas que, ao contrário do esperado, se transformou numa fórmula única, transversal a todos os artistas: criação de tensão com a provocação do observador, acompanhada da anestesia dos públicos, seguida de nova tensão. Este posicionamento no umbral de um novo modelo, numa espécie de promessa quase diária de “agora é que é” a arrastar-se desde há quase um século, é aproveitado por um sistema de autoridade adulterada constituída em torno do fenómeno artístico, que o mantém e dá valia. A formulação das hipóteses que Vanda Guerreiro levanta serão fundamentadas na profunda alteração que a arte sofreu na Alemanha, após a queda do muro de Berlim. A anteceder a comunicação será apresentado um documentário de seis minutos sobre o fenómeno social e artístico desde a Revolução Francesa, com especial incidência no caso germânico, que acompanhou a exposição “Onde Mora a Diferença”, de pintura alemã antes e depois da queda do muro de Berlim.
Luís Herberto, natural de Angra do Heroísmo, Açores, e artista cuja produção vê a luz do dia no seu estúdio em Carcavelos, é também professor de Desenho na Universidade da Beira Interior, Covilhã. É um dos representantes da pintura portuguesa contemporânea de registo figurativo, cuja obra impressiona pelo porte e pela densidade psicológica das “personagens”... 1997/ 98 , Licenciatura em Artes Plásticas / Pintura; Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa ; 2008 Doutorando em Belas-Artes/ Pintura, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa; orientação de Ilídio Salteiro (FBAUL) e Jorge Bacelar (ULHT) Exposições individuais 2011 - Nós e todos os outros...; ISEG/ LISBOA ; 'PINTURAS RECENTES'; Casa da Cultura/ C M DE ELVAS ; Nós e todos os outros...; Fundação Dom Luís/ Centro Cultural de Cascais 2009 - Amuos, DOMO, Lisboa 2008 - Amuos e Desamores (apresentação), Cidadela de Cascais. 2007 - Cadernos de Campo, Museu de Lanifícios, Covilhã (Desenho/ Pintura). 2003 - Sonhos Húmidos; Galeria Quadrum, Lisboa. 2002 - Manhattan, Galeria Quadrum, Lisboa. Representado: Museu de Setúbal, Fundação Dom Luís/ Cascais, colecções particulares em Portugal, França, Espanha, Holanda.
DORA IVA RITA (1954), República Democrática de Angola, Lunda Norte. É licenciada pela ESBAL (1981), mestre em História da Arte pela FCSH/UNL (1987) e actualmente doutoranda em Pintura na FBAUL. Participou em muitas exposições colectivas, desde o I Salão de Arte Moderna de Faro em 1981 até à Trienal Internacional de Arte Têxtil, CONTEXTILE’12, em Guimarães, em 2012. Realizou vinte exposições individuais, algumas com o pintor Ilídio Salteiro. Realizou onze intervenções de arte pública em Lisboa e no Algarve, tanto em meio urbano como na paisagem, de 1996 a 2011 (Lisboa e estuário do Tejo, Tavira, Vila de Cacela Velha, Alto – Manta Rota, Santa Bárbara de Nexe, Faro, Oeiras e Lisboa). Vive e trabalha em Lisboa e em Santa Bárbara de Nexe, Faro.
Ilídio Salteiro, 1953. Natural de Alpedriz, Alcobaça. Pintor e professor de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. É doutorado em Pintura pela FBAUL (2006), mestre em História da Arte na UNL (1986) e licenciado em Pintura na ESBAL (1979). Tem participado em muitas exposições coletivas e de grupo. Até hoje realizou vinte e cinco exposições individuais, a primeira em 1979 na ESBAL. Entre 1985 e 1995 fez parte do projeto de Francisco Faria Paulino na Galeria Altamira. Desde 2007 até esta data vem desenvolvendo projeto de produção e investigação em arte intitulado «O Centro do Mundo», cuja apresentação decorrerá no Museu Militar de Lisboa entre Maio e Setembro de 2013. TRÊS DÍPTICOS SOBRE AS MENINAS DE VELASQUEZ:
Díptico sobre as meninas de Velasquez I, 2005. Óleo sobre tela, 33 cm x 63 cm.
Díptico sobre as meninas de Velasquez II, 2005. Óleo sobre tela, 33,5 cm x 76,5 cm.
Díptico sobre as meninas de Velasquez II, 2005. Óleo sobre tela, 100 cm x 160 cm.

Inauguração da Exposição de Artes Plásticas e apresentação do espaço Atelier Adega d’ Meio e da escultura de André Banha


Sábado, 13 de Outubro, pelas 18 horas, a Galeria Santa Clara, a Editora Alma Azul e o Atelier Adega d’ Meio vão inaugurar a Exposição de Artes Plásticas de Lúcia Maia “O Presente faz-se pondo lá coisas”, apresentar o Atelier Adega d’ Meio e a escultura de André Banha que está a ser construída na esplanada da Galeria. Estamos a contar com o seu apoio amigo neste momento agradável e importante de apresentação pública das nossas actividades

"O presente faz-se pondo lá coisas" de Lúcia Maia - 2012




“Melhor que aquele que conquista cidades é aquele que se conquista a si mesmo”, provérbio de Salomão, é uma imagem de perseverança, qualidade fundamental para quem estabelece metas, considerando que a mais difícil de alcançar é a nossa própria identidade.
Os trabalhos de Lúcia Maia, nesta exposição, reflectem o valor que atribui à perseverança e à afirmação de uma identidade.
Os temas abordados são elucidativos deste subconsciente temático: a liberdade, João Paulo II, Mandela, Zeca Afonso, Manuel de Oliveira são personalidades com identidades fortes facilmente identificáveis por todos nós … Os “estados de alma” remetem inclusivamente para uma entidade, autónoma da persona, com vida própria, a Alma.
As personalidades e até os sucessos desportivos são utilizadas como indicadores de atitudes perseverantes fundamentais para atingir objectivos não apenas materiais mas igualmente espirituais. Esta demanda mística acontece num mundo caótico em profunda transformação de onde se espera surja “uma nova vida”, “outra dimensão”, como é anunciado no trabalho XXVII dos “estados de alma”.  
As técnicas utilizadas são diversas, como aliás acontece ao longo de toda a sua carreira. As aguarelas utilizam-se para transmitir uma interpretação mais poética e diáfana, as assemblagens para um estado geral dinâmico, realista, cru, dos acontecimentos e vidas. Nos “estados de alma”, onde se cruzam emoções diversas, recorre naturalmente a todo o tipo de materiais.
O resultado é uma excelente exposição que a Galeria Santa Clara tem o prazer de oferecer.
Olga Maia Seco
Directora da Galeria Santa Clara
Setembro 2012



O CORAÇÃO, CENTRO DO NOSSO UNIVERSO

EXPOSIÇÃO
   “O CORAÇÃO, CENTRO DO NOSSO UNIVERSO”
   18Junho – 11:30h – átrio de entrada dos HUC/CHUC

O Serviço de Cardiologia dos HUC inaugura exposição que alia ciência e arte, comissariada por Olga Seco, com o apoio da Galeria.
“O Coração, o Centro do Nosso Universo” é o nome da exposição que o Serviço de Cardiologia dos HUC/CHUC EPE vai inaugurar no dia 18 de Junho às 11h30, em Coimbra. Esta iniciativa junta no mesmo espaço, o átrio de entrada do hospital, uma retrospectiva da história desta especialidade médica, em Coimbra e a visão de 13 artistas sobre o imaginário associado ao coração.
Do ponto de visto histórico, a exposição vai revisitar 150 anos de história, desde a fundação dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) em 1863 até aos dias de hoje. Através de textos, imagens e apresentação de instrumentos e técnicas terapêuticas serão recriados momentos fundamentais da evolução do Serviço de Cardiologia dos HUC.
A vertente artística está presente através do olhar de 13 artistas plásticos com linguagens estéticas diversas e que se inspiraram no simbolismo associado ao coração para criar telas, esculturas e outras composições. Os HUC vão acolher peças de André Banha, Dalila Gonçalves, Ivo Moreira, João Castro Silva, João Concha, Júlio Resende, Lúcia Maia, Luís Herberto, Sandra Ferreira, Sebastião Resende, Tiago Serra, Albuquerque Mendes, Carlos Carreiro e Júlio Resende.
A exposição “O Coração, o Centro do Nosso Universo” vai estar patente do dia 18 de Junho ao dia 11 de Setembro. A entrada é livre e as peças estarão à venda através dos contactos divulgados na exposição.
Será editado um catálogo que poderá ser adquirido no quiosque no átrio de entrada do hospital.

VIDEO DA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "NO REINO D'AQUÉM E D'ALÉM DOR"

VIDEO



Este video apresenta o "making off" e a inauguração da exposição "No Reino d'Aquém e d'Além Dor"
Esta exposição foi promovida pelo Serviço de Anestesiologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra e acontece no hall de entrada do edifício principal. Pode ser visitada durante o dia e até às 22H, até dia 21 de Maio.
Apresenta trabalhos de 11 artistas: Albano da Silva Pereira, António Barreto, Miguel d'Aguiam, Francisco Feio, José Farinha, Inês d'Orey, vandanuno, Sebastião Resende, Wojtek Ziemilsky, Paulo Abrantes e Leonardo Miranda.
Exposição comissariada pela Directora da Galeria Santa Clara e montada pela Galeria Santa Clara

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "NO REINO D'AQUÉM E D'ALÉM DOR"




O Serviço de Anestesia dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) promove exposição de fotografia:
“No Reino D’Aquém e D’Além Dor, à Procura da Alma da Anestesia”

O Serviço de Anestesiologia dos HUC promove uma grande exposição de fotografia que vai apresentar nomes consagrados e emergentes nas artes visuais, entre artistas nacionais e estrangeiros: Albano da Silva Pereira, António Barreto, Francisco Feio, Inês d’Orey, José Farinha, Leonardo Miranda, Miguel d’Aguiam, Paulo Abrantes, Sebastião Resende, vandanuno e Wojtek Ziemilsky. A exposição inaugura no dia 14 de Fevereiro e estará patente até dia 21 de Maio.

Intitulada “No Reino D’Aquém e D’Além Dor, à Procura da Alma da Anestesia”, a mostra resulta do convite feito aos 11 artistas para a apresentação de narrativas que remetessem “para o imaginário da anestesia, técnica onírica que nos deixa “ausentar” temporariamente do corpo, capaz de domar a dor para que ele possa ser reparado, que permite que os partos se façam sem sofrimento e que doenças dolorosas magoem menos”, refere a Comissária da exposição, Olga Maia Seco, Directora da Galeria Santa Clara, Coimbra e que foi Administradora Hospitalar nos HUC durante duas décadas.

O local escolhido , HUC, é emblemático : “O Hospital deve estar permanentemente aberto à comunidade que serve”, refere o promotor e produtor da exposição, Dr. José Martins Nunes, Director do Serviço de Anestesiologia e Bloco Operatório Central, quando defende que o hospital moderno se deve abrir à comunidade e que a comunicação faz inclusivamente parte da missão médica. Sendo a arte uma forma de comunicação que dispensa a linguagem falada entendeu-se que uma exposição de artes visuais seria um meio privilegiado de estabelecer elos com os cidadãos utilizadores do hospital. Os HUC, uma empresa pública, com 5.400 trabalhadores e com um fluxo de visitantes diário de milhares de pessoas, assumem assim um importante papel de agente cultural, numa exposição apoiada pela Câmara Municipal de Coimbra e pela Delegação Regional da Cultura e suportada financeiramente por apoios privados.

A inauguração conta com a presença dos artistas participantes e com uma comunicação do Dr. Carlos Amaral Dias, Professor Catedrático de Psiquiatria, orientada para a contextualização da anestesiologia, na sociedade contemporânea.

"VOY-AG-EUR" de 9Out a 12 Nov 2010

(...)"ver como uma taça de azáleas nos transporta e nos faz vaguear por mundos desconhecidos fantásticos, ou descobrir como as sombras das ramadas das vinhas projectadas no piso de granito das quintas do Minho se desenham em memórias que o tempo deixou (...)"
Di (Alda Reis)